Nos anos '50 o Comité de Segurança dos Estados Unidos já tinha acrescido a lista negra mais filmes incluindo Charles Chaplin.
O inicio dos anos '50 marcaram a indústria brasileira pela enorme reviravolta das chanchadas brasileiras. Embora na década de '40 o cinema brasileiro ter consagrado a Atlântida como uma das mais fortes industrias cinematográficas do país, no entanto as produções eram pouco cuidadas e os actores mal pagos, os estúdios estavam mal acomodados e o equipamento sem manutenção necessária. No entanto em 1947 as chanchadas trouxeram para a Atlântida novos investidores, com a intenção de recuperar os lucros da empresa.
Os filmes 3-D apareceram, mas duraram pouco tempo (1952 - 1954), mas entre eles destacou-se "House of Wax" (1953).
É também nos anos '50 que o cinema japonês aparece a nivel mundial, com o cineasta Akira Kurosawa. Os filmes lançados foram "Rashomon"e "Shichinin no Samurai" nos quais também se destaca o director de cinema Kenji Mizoguchi - "Ugetsu Monogatari" e o director de cinema Yasujiro Ozu - "Tokyo Monogatari".
Em França, nesta década, surge o movimento Nouvelle Vague no qual se destaca Claude Chabrol, Jean-Luc Godard em "O Acusado" e François Truffaut em "Os Incompreendidos".
Nos Estados Unidos, a actriz Marilyn Monroe é destacada como actriz e símbolo sexual feminino nas obras de Billy Wilder, aparecendo nos filmes "The Seven Year Itch", em 1955 e "Some Like it Hot", em 1959.
Pela primeira vez o cinema produzido na Índia é reconhecido internacionalmente como o filme "Pather Panchali".
Na Suécia, Ingman Bergman torna-se um dos maiores cineastas de todos os tempos com as obras primas "Det Sjunde Inseglet" e "Smultronstälet", ambos de 1957.
É lançado "Vertigo" de Alfred Hitchcock, e é considerado um dos maiores êxitos do cinema.
"Lime Light" - 1952
